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Abertura do Vodafone Rally de Portugal

07 Maio 2026

Até domingo, a Exponor é o epicentro logístico da prova mundial de ralis

A Vodafone Rally de Portugal 2026 arrancou ontem simbolicamente, com a receção oficial a pilotos, equipas e entidades na Exponor, em Leça da Palmeira, reforçando o papel central de Matosinhos na organização de uma das mais importantes provas do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC).

Ontem realizou-se uma visita institucional ao parque de assistência, espaço nevrálgico da competição instalado na Exponor, onde estiveram presentes o secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, a presidente da Assembleia Municipal de Matosinhos, Palmira Macedo, o vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Carlos Mouta, a vereadora do Turismo e Internacionalização, Marta Pontes, e o presidente da junta de freguesia de Leça da Palmeira, Plácido Santos.

A Exponor volta, assim, a assumir-se como quartel-general da prova, acolhendo o parque de assistência — um dos espaços mais procurados pelos adeptos, onde é possível acompanhar de perto o trabalho das equipas e observar as viaturas em preparação entre classificativas. O espaço permanece aberto ao público até 10 de maio, promovendo a proximidade entre fãs e protagonistas da competição.

Considerado o maior evento desportivo anual realizado em Portugal, o rali mobiliza um vasto dispositivo de segurança, com mais de 3000 militares da GNR destacados para garantir a proteção de equipas e espectadores, bem como a gestão do trânsito ao longo dos percursos.

A edição de 2026 percorre cerca de 1.800 quilómetros, incluindo 23 classificativas e aproximadamente 345 quilómetros cronometrados, passando por troços emblemáticos como Fafe, Amarante, Lousã, Arganil e Vieira do Minho. Com 70 equipas inscritas de 22 nacionalidades, a prova volta a reunir alguns dos maiores nomes da modalidade, como Sébastien Ogier, Elfyn Evans e Thierry Neuville, além do português Armindo Araújo.

Para além da vertente desportiva, o impacto económico e mediático continua a crescer. Em 2025, o evento gerou cerca de 193 milhões de euros e atraiu perto de um milhão de espectadores, reforçando a sua relevância para os territórios envolvidos, com destaque para Matosinhos.