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O que não pode perder este fim-de-semana em Matosinhos

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10 Janeiro 2018

Em Matosinhos há sempre algo a acontecer. Aproveite este fim de semana para visitar a terra do melhor peixe do mundo e deixe-se levar pelos seus encantos! Aqui ficam algumas sugestões.

Festas de aniversário no museu: “O museu é mais velho do que eu!” – Museu da Quinta de Santiago
O Museu da Quinta de Santiago promove festas de aniversário para crianças dos 6 aos 12 anos. As festas infantis incluem uma visita especial ao museu ou á cascata gigante e a realização de uma oficina. Os preços dependem do número de participantes: até 15 crianças: 5€ cada e a partir de 16 participantes: 4,50€, com um mínimo de 10 e máximo de 25 crianças. Para mais informações contactar casadobosque@cm-matosinhos.pt ou pelo telefone 229 392 410.
Quando: 13, 20 e 27 das 10h00 às 13h00 ou das 15h00 às 18h00.
Onde: Museu da Quinta de Santiago | Espaço Irene

Vem Descobrir a Cascata Gigante – Museu da Quinta de Santiago / Espaço Irene Vilar
Doada ao Museu em maio de 2010, a Cascata Gigante, com cerca de 15m2, é uma reconstrução representativa da Leça de inícios do séc. XX, construída por José Moreira ""o mais velho cascateiro de Leça, localidade em que está ainda muito arreigada a tradição da montagem de grandes cascatas leceiras. Dominam as representações de pormenores, monumentos, tradições e episódios históricos de Leça da Palmeira."
ATIVIDADE: Visita à Cascata Gigante; Atividade de expressão plástica: modelagem em barro ou gesso.
Atividade: 1€ visita guiada + 2€ Atelier l p/ participante. Nº mín. de participantes:5.
Nº max.de participantes: 20. Inscrição Obrigatória. A ação é gratuita para escolas do concelho de Matosinhos; Visita: 1€
Quando: Atividade: Terça a Sexta: 10h-12h/15h – 17h ; Visita: Terça a Domingo e Feriado: 10h-13h/15h - 18h
Onde: Museu da Quinta de Santiago / Espaço Irene Vilar

Feira de produtos biológicos – Jardim Basílio Teles
Aos sábados, das 9h00 às 14h00, no Jardim Basílio Teles, realiza-se uma feira de produtos hortícolas produzidos em agricultura biológica, onde poderá encontrar alternativas de alimentação mais saudável e saborosa.
Quando: sábados das 9h00 às 14h00
Onde: Jardim Basílio Teles

Exposição "Obra Pública" de Júlio Resende – Galeria Municipal de Matosinhos
A obra do Mestre Júlio Resende está em exposição na Galeria Municipal de Matosinhos.
Organizada no âmbito das comemorações do centenário de nascimento do artista, que se assinalou no dia 23 de outubro a exposição, inaugurada no dia 23 de setembro, resulta da colaboração entre a Câmara Municipal de Matosinhos e o Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, apresentando um conjunto de estudos para painéis cerâmicos, tapeçarias e vitrais, os quais deram origem a algumas das mais importantes obras de Resende.
Dos azulejos que decoram a estação de metropolitano de Sete Rios, em Lisboa, ao icónico painel “Ribeira Negra”, no Porto, Júlio Resende produziu uma extensa obra pública que dá vida a edifícios e a ruas de todo o país.
Uma das salas da exposição “Obra Pública” é dedicada ao espólio da Câmara Municipal de Matosinhos, cuja principal parede da sala de sessões públicas do edifício dos paços do concelho conta com uma das mais notáveis obras de Resende, o painel cerâmico “Lenda de Cayo Carpo”. Deste acervo faz ainda parte a tapeçaria “Neptuno”, presente na exposição.
“Obra Pública” conta ainda com diversos estudos realizados para todo o país, do já referido “Ribeira Negra” aos notáveis vitrais da igreja do Foco, no Porto, passando pelo painel do edifício Pinto de Magalhães.
Júlio Resende nasceu no Porto e faleceu há seis anos, no dia 21 de setembro de 2011. Foi um dos mais notáveis artistas portugueses do século XX, tendo conquistado prémios como o Amadeo Sousa Cardoso (1949) ou o Prémio Especial da Bienal de S. Paulo (1951).
Quando: 23 de setembro a 27 de janeiro de 2018
Onde: Galeria Municipal. Horário da Galeria: 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30; sábados e feriados, das 15h00 às 18h00; encerra aos domingos

Tesouros da MuMa - Tesouros dos museus de Matosinhos juntos numa exposição única – Biblioteca Municipal Florbela Espanca
Um vaso metálico romano com mais de 1600 anos, um inédito livro de culinária de 1693, um ex-voto de 1745 que ilustra um milagre do Senhor de Matosinhos – as peças mais valiosas dos doze museus de Matosinhos podem ser vistas, até ao dia 3 de março de 2018, na galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, no âmbito da exposição “Tesouros da MuMa”, que assinala o décimo aniversário da Rede de Museus de Matosinhos.
A mostra reúne mais de 40 obras, exemplos da riqueza e da diversidade de coleções e temáticas dos diferentes museus de Matosinhos. Das artes plásticas à mineralogia, passando pela arte sacra, pelas artes decorativas, pela etnografia, pela arqueologia ou pelo equipamento escolar, a exposição pretende divulgar os valiosos acervos dos núcleos museológicos da Rede MuMa, reforçando a sua visibilidade.
Estão patentes, entre outras peças, o primeiro capacete usado pelos Bombeiros de Matosinhos-Leça, em 1886, o microscópio ótico do cientista Abel Salazar, de 1894, o busto em mármore do único filho do casal que construiu a Quinta de Santiago, da autoria de António Teixeira Lopes, a boia-calção que em 1913 permitiu salvar 89 pessoas no célebre naufrágio do paquete Veronese ou uma carta escrita em 1949 pela Irmã Lúcia ao escultor Guilherme Thedim, autor da icónica imagem de Fátima.
A par da exposição foi ainda lançado um catálogo que constitui um roteiro atualizado dos doze núcleos museológicos do concelho de Matosinhos que integram a rede MuMa, bem como um guias das atividades ali desenvolvidas para o público infantil, nomeadamente visitas guiadas e teatralizadas, e ateliês lúdico-pedagógicos a cargo dos serviços educativos da autarquia.
A entrada é gratuita. 
Informações e marcações: telefone: 939 799 008; email: muma@cm-matosinhos.pt 
Quando: de 14 de dezembro a 3 de março de 2018 | horário: Segunda a Sexta: 09h30 > 19h00 | Sábado: 09h30 > 12h30; 13h30 > 17h30
Onde: Galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca

Exposição Martins da Costa - Vida e obra – Museu da Quinta de Santiago
Um dos acontecimentos mais trágicos no ano de 1947 ocorreu na praia de Matosinhos. Quatro traineiras naufragaram quando se aproximavam da barra de Leixões e, à vista de todos os que desesperavam em terra, afundaram-se nas vagas e arrastaram consigo a vida de 152 pescadores. A memória daquele dia aziago de dezembro de há 70 anos ficou registado em fotografias e também na arte: João Martins da Costa, então um estudante do último ano do curso superior de Pintura da Escola de Belas Artes do Porto, fixou-o numa tela que apresentou na tese final de curso e que havia de ficar intimamente ligada à memória e ao património artístico de Matosinhos.
“Mar Sagrado – Tragédia marítima de 2 de dezembro de 1947” é uma das mais de quatro dezenas de obras que compõem a exposição “Martins da Costa… [d]aquilo que fica”, que inaugurou a 7 de outubro, no Museu da Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira.
A exposição ficará patente até 28 de janeiro e abarca cerca de cinco décadas da produção artística de Martins da Costa, entre a década de 1940 e o final do século XX. A mostra reúne obras dos acervos do Museu Nacional de Soares dos Reis, do Museu da Faculdade de Belas Artes do Porto, do Museu Municipal de Coimbra, da Câmara Municipal de Matosinhos e de alguns colecionadores particulares, incluindo trabalhos de pintura e desenho. Paisagens, autorretratos, naturezas mortas e episódios bíblicos são alguns dos temas patentes nas obras.
Quando: 7 de outubro a 28 de janeiro
Onde: Museu Quinta de Santiago, Rua de Vila Franca, 314, Leça da Palmeira, Matosinhos.
Horário Museu e Exposição: terça a sexta: 10h-13h | 15h-18h; sábados, domingos e feriados: 15h-18h

Almanaque - Design Português em Revista – Casa do Design de Matosinhos
Está patente, na Casa do Design de Matosinhos, a exposição “Almanaque – Design Português” com curadoria de José Bártolo. A exposição é constituída por revistas da coleção de José Bártolo, que permite recompor cerca de 150 anos de história do design gráfico, da ilustração e da tipografia em Portugal. Mais informações em: http://www.cm-matosinhos.pt/frontoffice/pages/242?news_id=4602 
Quando: de segunda a sexta: 9h00 - 12h30 | 14h - 17h30 |sábados e feriados das 15h às 18h |encerra aos domingos.
Onde: Casa do Design de Matosinhos – edifício dos Paços do Concelho

Motos de Portugal - Visão da produção nacional de motociclos– Casa do Design de Matosinhos
Desde 21 de setembro, estão na Casa do Design de Matosinhos algumas das mais míticas motorizadas de fabrico português, da Casal Boss à SIS Sachs Andorinha, passando pela Confersil Dina 104, pelas Macal, pela Famel Zundapp GT25, pelas Vilar, pela incontornável V5 ou pela Cinal Pachancho. Estas e outras históricas e inesquecíveis máquinas, bem como o seu design, são as grandes vedetas da exposição “Motos de Portugal”, que sucede a “Discos Orfeu — Imagens, Palavras, Sons” na programação da Casa do Design.
Com curadoria de Emanuel Barbosa, designer e docente da Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos, “Motos de Portugal” pretende recordar a produção nacional de motociclos e ciclomotores e proporcionar uma visão panorâmica das características destes veículos e da sua utilização. Pensada como uma experiência cultural, a exposição assume-se também como um reflexo da evolução da sociedade portuguesa e do desenho de produto que presidiu à conceção e divulgação de um conjunto de máquinas que marcaram indelevelmente o quotidiano de várias gerações e a sociedade contemporânea nacional.
“Motos de Portugal” é organizada pela Câmara Municipal de Matosinhos e pela ESAD IDEA, Investigação em Design e Arte, apresentando as motorizadas nacionais enquanto veículos de lazer e de trabalho, exercício tecnológico e utensílios indispensáveis ao desempenho de atividades essenciais à sobrevivência das populações.
O trabalho de investigação desenvolvido por Emanuel Barbosa permitiu reunir e apresentar inúmero material documental, algum dele inédito, incluindo catálogos, cartazes, vídeos e fotografias de época. Durante a exposição, um programa de atividades paralelas irá ainda permitir a interação com especialistas, colecionadores, autores e intervenientes da indústria nacional.
Quando: até 27 de janeiro de 2018
Onde: Casa do Design em Matosinhos; horário: 2ªa 6ª feira das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. Sábados: 15h00 às 18h00. Encerra aos domingos e feriados

Obra "Medida Incerta" – Esculturas de José Pedro Croft - Real Vinícola
Depois de ter representado Portugal na edição de 2017 da mais importante bienal do mundo, em Veneza, a obra “Medida Incerta”, de José Pedro Croft, já está na sua casa definitiva, na Real Vinícola, em Matosinhos.
Ao todo, são seis esculturas em aço, vidro e espelho, com medidas de três por seis metros ligadas a estacas, e que pesam 140 toneladas. O objetivo é refletir a realidade em seu redor.
A estrutura foi adquirida em março pela Câmara Municipal de Matosinhos.
Refira-se que José Pedro Croft é considerado o mais importante escultor português da geração surgida na década de 1980, tendo sido escolhido para criar a obra que representou Portugal na Bienal de Veneza deste ano.
“Medida Incerta” foi pensada para dar sequência à exposição de 2016, dedicada aos complexos habitacionais desenhados por Álvaro Siza Vieira, tendo estado instalada, durante a bienal, na Villa Hériot da ilha da Giudecca, a poucos metros de um projeto do arquiteto, com cuja métrica a obra de arte dialoga.
A instalação definitiva de “Medida Incerta” junto da Casa da Arquitectura, escolhida por José Pedro Croft, permite, assim, retomar o diálogo entre as duas artes, presente na sua génese. O curador da representação portuguesa em Veneza, João Pinharanda, salienta que, a despeito do “diálogo rítmico com a métrica” do projeto de Álvaro Siza, as esculturas de Croft “são claramente autónomas dessa referência”, desenvolvendo “metáforas de energia (aceleração, instabilização e efemeridade, vertigem ou multiplicação)”.
As peças de “Medida Incerta” foram visitadas em Veneza por 16.110 pessoas entre maio e novembro. As esculturas, com uma altura que ronda os oito metros, estão agora distribuídas pelo espaço do antigo quarteirão industrial de Matosinhos, reabilitado pela Câmara Municipal de Matosinhos para acolher a Casa da Arquitetura e a Orquestra Jazz de Matosinhos.
José Pedro Croft nasceu no Porto em 1958. Em 1981, concluiu o curso de pintura em Lisboa na Escola Superior de Belas Artes. A sua obra está representada em diversas coleções públicas e privadas, nomeadamente no Banco Central Europeu, em Frankfurt (Alemanha), no Museu Rainha Sofia, em Madrid (Espanha), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil) e na Coleção Albertina, em Viena (Áustria).
Em Portugal, está presente nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu Berardo e o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na coleção António Cachola, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, e na Fundação de Serralves, no Porto, entre outras.
Quando: horário de inverno: de terça a sexta-feira – das 10h00 às 18h00/sábados, domingos e feriados – das 10h00 às 19h00
Onde: Edifício da Real Vinícola

“PODER ARQUITECTURA” – Casa da Arquitectura – Edifício Real Vinícola
“Poder Arquitectura” é a exposição inaugural da Casa da Arquitectura que abriu ao público as portas das suas novas instalações, no renovado Quarteirão da Real Vinícola em Matosinhos, no dia 17 de novembro. Comissariada pelos arquitetos Jorge Carvalho, Pedro Bandeira e Ricardo Carvalho, a exposição vai ocupar os cerca de 800 metros quadrados da Nave Expositiva com uma proposta de reflexão em torno de “oito poderes que se alinham, infletem e divergem entre si”.
Para os comissários, “o poder na arquitectura é um tema fundamental para questionar o modo como a sociedade contemporânea e a arquitectura trabalham em conjunto”. E prosseguem: ” A Arquitectura não é apenas a expressão de um único poder. Reflecte e trabalha a partir de vários poderes. Decidimos por isso isolar aqueles que parecem clarificar esta cartografia complexa. Deste modo surge o poder colectivo, o regulador, tecnológico, económico, doméstico, cultural, mediático e o ritual. No lastro longo da relação entre homem e natureza, cultura e tecnologia estes poderes desempenharam forças de intensidade variável na produção de artefactos arquitectónicos e no desenho da cidade e do território. Hoje, face a uma importância política que desculpa e valida decisões que lesam a coisa pública e o significado das comunidades, parece haver lugar para uma nova reflexão sobre o poder”,lê-se no texto de abertura do livro que acompanha a Exposição, uma coedição da Casa da Arquitectura e da editora suíça Lars Müller.
Aberta ao público de 17 de novembro de 2017 a 18 de março de 2018 na Nave Expositiva da Casa da Arquitectura, “Poder Arquitectura” reúne fotografias, maquetas, livros, desenhos, vídeos, revistas, postais e outros materiais em torno de uma centena projetos de arquitetura construídos à volta do mundo.
Quando: 17 de novembro a 18 de março de 2018
Onde: Casa da Arquitectura – Edifício da Real Vinícola em Matosinhos

EXPOSIÇÃO DA X BIENAL IBEROAMERICANA – Casa da Arquitectura – Edifício da Real Vinícola
Depois de uma itinerância que começou no Parque Ibirapuera em São Paulo, passou pela Trienal de Milão e mais recentemente por Sevilha, a Exposição da 10ª edição da Bienal Iberomaericana de Arquitetura e Urbanismo – X BIAU – chegou a Portugal para a abertura das novas instalações da Casa da Arquitectura, onde estreou a programação da Galeria da Casa. A X BIAU vai estar patente até dia 4 de fevereiro de 2018.
Com o tema “Desplazamientos, Deslocamentos, Displacements” e comissariada pela dupla de arquitetos espanhóis Ângela García de Paredes e Ignacio G. Pedrosa, a bienal recebeu, nesta edição, um total de 1.111 projetos, dos quais foram premiados 26 projetos, seis livros, duas publicações e uma coleção de vídeos.
Muito marcada pela presença portuguesa, a exposição que agora chega a Matosinhos galardoou o arquiteto Eduardo Souto de Moura com o prémio Iberoamericano que distingue, em cada edição, um modus operandi consolidado no tempo.
Nesta edição há mais portugueses premiados cujas obras podem ser vistas na exposição. O atelier Aires Mateus, pela sede da EDP e pela Casa no Tempo, do Alentejo; atelier SAMI – um coletivo de Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, com a casa E/C no Pico, Açores; João Mendes Ribeiro, Cristina Guedes e Francisco Vieira de Campos pelo Arquipélago, Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, São Miguel, também nos Açores.
A Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo é uma iniciativa do Ministério de Fomento do Governo Espanhol, que promove o intercâmbio de experiências entre os arquitetos e urbanistas dos paí¬ses iberoamericanos assim como o debate sobre os grandes problemas que afetam a arquitetura e o urbanismo. Congrega 22 paí¬ses sul-americanos mais Portugal e Espanha, cobrindo um território de 20 milhões de quilómetros quadrados onde vivem cerca de 700 milhões de pessoas.
Esta 10ª edição da BIAU conta com a colaboração do Consejo Superior de Colegios de Arquitectos de España (CSCAE) e da Fundação Arquia.
Quando: de 17 de novembro a 4 de fevereiro de 2018
Onde: Galeria da Casa da Arquitectura – Edifício da Real Vinícola em Matosinhos

Exponoivos – Exponor
A Feira Profissional, Temática e de Consumo vocacionada para o casamento regressa ao Norte e decorre já nos próximos dias 12, 13 e 14 de janeiro, na Exponor, em Leça da Palmeira.
Desfiles, concursos, prémios e expositores relacionados com a temática do casamento farão parte desta feira onde todos os noivos e demais interessados poderão ter acesso a informação privilegiada sobre as muitas matérias relacionadas com o tema. Agências, empresas de eventos, espaços para festas, hotéis, decoração, serviços de fotografia, encontrará de tudo um pouco nesta Exponoivos 2018.
Quando: de 12 a 14 de janeiro
Horários: Sexta-feira - 17h-22h / Sábado - 15h-22h / Domingo - 15h-20h
Onde: Exponor

Comemorações do Centenário do Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta
No âmbito das comemorações do centenário do Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta, inicia-se já na próxima sexta-feira, 12 de janeiro, o programa de celebração desta data com uma sessão de poesia, pelas 21h00, a que se segue a atuação do rancho folclórico com os tradicionais cantos das Janeiras. O sábado, 13 de janeiro, pelas 21h00, ficará marcado pela apresentação do teatro musical “Chega aí o comando” e no domingo, à mesma hora, decorrerão atuações de teatro juvenil e teatro especial.
As comemorações terão depois seguimento com programação diversificada nos dias 19, 20, 21, 27 de janeiro e 3 de fevereiro.
Quando: 12 de janeiro a 3 de fevereiro
Onde: Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta, São Mamede de Infesta

Dominguinhos: Hora do conto– “O dia em que os lápis voltaram para casa” - Mar Shopping
Os Dominguinhos voltaram em 2018 e o Mar Shopping promove atividades lúdicas dedicadas aos mais novos onde estes poderão conhecer curiosidades sobre a natureza. Este domingo é dedicado à hora do conto, onde os mais pequenos poderão ouvir uma história didática. Os “Dominguinhos” são compostos por diferentes temáticas mensais e surgem da parceria com a Catavento, empresa da incubadora de indústrias criativas da Fundação de Serralves, que se dedica a projetos educativos. A entrada é livre.
Quando: 14 de janeiro, domingo, pelas 11 horas.
Onde: Mar Shopping.